Fórum Online - Etapa 2


INSTRUÇÕES | INSTRUCCIONES
Assista às falas dos quatro comentadores convidados. Os comentários foram realizados a partir da versão editada da entrevista a Jorge Bruce (página inicial do blog). 



A discussão online esteve aberta de 05/11 a 19/12 de 2015. 
Leia os comentários dos participantes abaixo.


Acompañe los discursos de los cuatro comentadores invitados. Los comentarios están basados en la versión editada de la entrevista a Jorge Bruce (página inicial del blog).

La discusión online estuvo abierta del 05/11 al 19/12 de 2015.





Comentário de Marcelo Viñar
(Asociación Psicoanalítica del Uruguay)



Comentário de Leopold Nosek
(Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo)




Comentário de Alberto César Cabral
(Asociación Psicoanalítica Argentina)





Comentário de Luisa Elena Alvarez
(Sociedad Psicoanalítica de Caracas - Venezuela)











46 comentários:

  1. Bem-vindos/Bienvenidos ao Fórum Online Psicanálise a céu aberto!
    A nossa ideia é discutir sobre esse complexo movimento de expansão da psicanálise a territórios ainda desconhecidos por nós.
    Psicanálise a céu aberto toca no nosso trabalho dentro e fora dos consultórios.
    Nossos colegas latinoamericanos trazem suas reflexões que são excelentes disparadores para a nossa conversa.
    O que estamos produzindo no presente na América Latina e para onde se dirigirá nosso olhar?
    Então, meus caros, contamos com vocês!
    Um abraço Magda Khouri

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  2. Miguel Calmon du Pin e Almeida5 de novembro de 2015 13:12

    Muito oportunas as considerações de Jorge Bruce acerca das fronteiras imaginárias que separam nossos consultórios das ruas. Mais ainda quando as estende para dentro dos nossos institutos e sociedades.
    Impossível acreditar que podemos inventar um enquadre que deixe do lado de fora o que vivenciamos na realidade que nos envolve e determina. Como se fosse possível criar uma realidade dentro dos nossos consultórios, com nossos pacientes privados, onde vigore apenas o mundo interno. Precisaríamos para tanto desaprender tudo o que aprendemos em torno de como se constitui o mundo psíquico.
    Quando refletimos sobre o sujeito contemporâneo, fazemo-lo na condição de sermos um deles; quando estabelecemos um enquadre, estabelecem-lo na condição de estarmos atentos a tudo o que nos rodeia e condiciona.
    Daí a importância de estender tais considerações aos nossos institutos, o que Jorge Bruce faz com clareza. Temos que abrir nossas sociedades, nossos institutos, sob o risco de perpetuar nosso aprisionamento em gaiolas de ouro. Enjaulados, isolados, anacrônicos.
    Psicanálise a céu aberto não se esgota nos trabalhos comunitários que muitos de nós com competência realizam. Implica também em trazer para céu aberto nosso exercício diário assim como nossas instituições.

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  3. Caros colegas,
    Pedimos a todos que escrevam a sua cidade e o seu país no final do comentário.
    Obrigada
    São Paulo- Brasil

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  4. Nubia Esperanza Torres, Bogotá Colombia
    Lo primero que se me ocurre es que esta invitación sobre el tema de psicoanálisis y comunidad, con el telón de fondo de la pregunta sobre el psicoanálisis tanto en su existencia como en su desvanecimiento, se convierte en una oportunidad privilegiada no solo por el tema sino por el medio, para intercambiar ideas y experiencias sobre este campo, que si bien están presentes en muchos contextos latinoamericanos, se vuelven invisibles ante La Institución Psicoanalítica. Creo que la discusión de los cambios sociales presentes en la vida de todos, es necesaria en la escena de la práctica psicoanalítica, pero también lo es la posibilidad de pensarnos como una disciplina que mira hacia lo que sucede más allá del consultorio y se interroga y compromete con aquello que sucede desde su propio saber. Y por supuesto esta vuelta supone no solo revisiones técnicas y teóricas que en sí misma resultan de gran riqueza, pero lo que quisiera proponer volver sobre la experiencia que los que trabajamos en estos campos hemos podido desarrollar y aprender de esas experiencias. A la manera de abrebocas puedo decir que los difíciles contextos que nos encontramos con fenómenos en los que la pregunta por el sujeto y subjetivación es no solo sorprendente y apasionante, sino que produce aprendizajes y retos de comprensión y trabajo que revitalizan la mirada psicoanalítica, trayendo a nuestra labor un nuevo impulso apasionado y comprometido. Ese es el recorrido que he me ha comprometido muchos años, con la compañía de Cecilia Muñoz, con quien hemos asumido el reto del desplazamiento y de los nuevos aprendizajes, así como la enseñanza del psicoanálisis en la Universidad Javeriana desde este compromiso.

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  5. Acabo de ver o vídeo de Jorge Bruce. Achei que resgata uma vitalidade enorme para a psicanálise, não por deixar de ser ortodoxo, mas ao contrário, por ser fiel à sua essência. Risco é deixar a psicanálise se tornar uma religião, dissociada do seu espaço e tempo. É não entendê-la. Torná-la estática. Ótima observação no final.
    São Paulo - Brasil

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  6. Julio Hirschhorn Gheller8 de novembro de 2015 07:18

    Ouvindo a lúcida entrevista de Jorge Bruce, pensei na situação do Brasil.Vivemos uma crise econômica, com a classe política desacreditada e desalento quanto ao futuro do país.Questões como a dos direitos das mulheres ameaçados, preconceito racial e contra minorias sexuais estão na ordem do dia.Temos um modelo tradicional de analista, encastelado no consultório, alheio ao ambiente externo, privilegiando as interpretações transferenciais. Caberia reavaliar este modelo, já que nossa função é também a de construir e ampliar sentidos, inclusive sobre todos estes assuntos atuais. O analista contemporâneo poderia, até mesmo, se expor e participar do debate público de temas tão relevantes.Também concordo com o comentário do Miguel Calmon. As sociedades e institutos de formação devem, urgentemente, atentar para este problema.

    São Paulo- Brasil

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  7. Liliana Ràez, Peruana viviendo en NY
    Agradezco la oportunidad de participar en este foro. Los comentarios escuchados me ayudan a pensar de que manera nuestras experiencias personales van moldeando paulatinamente el tipo de analista en que nos vamoose convirtiendo.
    Entonces quizà el modelo del trípode no cubre todo el conjunto de la formación analítica necesarîa. Este modelo quizà logra cubrir los requisitos institucionales, sin embargo hay otras variables importantes, como la vivencia particular, grupal y personal que cada candidato enfrenta dentro y fuera de la instituciòn, en el sentido del contexto històrico y social presentes.
    El candidato debe aprender a generar nuevas ideas entre teorías y a desarrollar una mente analítica, curiosa, crîtica y cuestionadora; aunque a veces lo que el candidato piense, pueda interpelar la propia instituciôn y su narcisismo.
    El candidato podrà enriquecer su formaciôn considerando que està dentro de un determinado contexto social y cultural, el cual no puede abandonar de su reflexiôn permanente. Desarrollar una mente libre de prejuicios y juicios de valor; evitara concepciones peyorativas y excluyentes, sea por grupos de afiliaciôn teôricos, por raza, condiciôn socio econômica, o por credo polîtico y/o religioso.
    Particularmente agradezco a mis maestros que me transmitieron la pasión de transformar en vez de repetir dogmáticamente, que me enseñaron que las experiencias de formación que dan libertad al analista para explorar y construir teorîa, a partir de su propia clînica, son las más valiosas. Y que me enseñaron a retomar constantemente la pregunta de cuál sería mí función, como analista, para aportar a la sociedad y al momento histôrico en el que vivo.
    Un abrazo,
    Liliana.

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  8. Eduardo S.T. Martins8 de novembro de 2015 19:06

    Liliana Ràez, muito importante seu comentário, que traz à tona questões ligadas à formação psicanalítica.
    Não seria papel institucional o de não repetir compulsivamente modelos enclausurados e caducos, que não se dispõem a questionamentos e que tendem a manter-se fechados em uma espécie de 'endogamia societária'?
    Não seria essencial ao desenvolvimento da Psicanálise o acesso de candidatos vindos de comunidades-outras, das mais diversas classes sociais, raças, gêneros, profissões e culturas?
    Como latinoamericanos, podemos sustentar a tensão familiar-estrangeiro, tradição-inovação, em nossa eterna formação? Ou ainda, podemos sustentar a ideia de uma eterna formação?

    Como grupo na DCC, temos pensado muito sobre o que estamos chamando de "formação a céu aberto", considerando o contato com as comunidades e com o mundo extra-consultório e extra-instituto, um dos pilares mais fundamentais da formação psicanalítica, refletindo diretamente na prática clínica e na apreensão da própria metapsicologia.
    Agradeço por jogar luz a esta questão.

    São Paulo - Brasil

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  9. Felicitaciones a la DCC por la iniciativa! Cada entrevista me ha despertado ideas. También los comentarios de los colegas me han estimulado a pensar. Miguel Calmon du Pine e Almeida rescata de la conferencia de Jorge Bruce la pertenencia identitaria de cada uno a su comunidad. Concuerdo en que no somos ajenos a la cultura y a nuestra comunidad. Parte de lo que somos deviene de nuestro entorno, en el cual crecimos.
    Liliana Raez, me hace pensar en la importancia que tiene en la formación, la practica y valoración del psicoanálisis extra-muros. Es más, creo que intervenir psicoanalíticamente en las diversas áreas de la comunidad nos enriquece como psicoanalista y enriquece al psicoanálisis. No creo que sea un trabajo marginal como puede ser considerado por algunos grupos psicoanalíticos cuando lo definen como psicoanálisis aplicado.
    El mundo de hoy es poroso. Son tiempos de la modernidad liquida VS la solidez de antaño. La incertidumbre nos caracteriza. Hoy las paredes del consultorio ya no pueden protegernos del mundo social que entra y de nuestro creciente interés en mirar para afuera a pesar del desconcierto que su complejidad nos provoca. Nuevas formas de intervención clínica para dar respuesta a nuevos problemas, interpelan nuestra teoría y estimulan continuos desarrollos teóricos-clínicos.
    Mi trabajo psicoanalítico dentro de la comunidad, en mi caso, una Unidad de Cuidados Intensivos Neonatales, me ha provisto de una experiencia enriquecedora y formativa, tal como apunta Eduardo S.T Martins. Lo considero un ambiente subjetivante tanto para la familia como para el psicoanalista. Participar y pensar psicoanalíticamente donde el sufrimiento psíquico está a flor de piel, sobre todo en comunidades que nunca tendrían la oportunidad de entrar a un consultorio psicoanalítico, es parte, a mi entender, de la responsabilidad social del psicoanálisis.
    Muchas gracias por compartir nuestro pensar y nuestro hacer psicoanalítico.
    Liliana Tettamanti, Buenos Aires, Argentina

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  10. Sou candidata em um instituto filiado a IPA (SBPSP) e ouvir a entrevista de Jorge Bruce me faz sentir acompanhada e aliviada. Tenho, por vezes, a impressão de que a psicanálise tem uma vontade de não saber do que se passa ao seu redor, uma postura blasé a respeito das ruas, da política, do contexto social onde o consultório está localizado. Sinto uma vitalidade entusiasmaste nessa iniciativa, uma abertura para que analistas se posicionem mais. A ideia de que Freud não saiu do consultório para dar uma olhada no que acontecia do lado de fora- ao escrever O Mal Estar na Civilização é interessantíssima, pois quanto não ouvimos, em seminários, supervisões as tristes palavras: "Isso não é psicanálise", ao referir-se a um olhar social, cultural, histórico.

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  11. Excelente iniciativa! Salvar a psicanálise de se tornar uma instituição fardada ou à paisana, com o mesmo procedimento de polícia ou religião. Se existe o risco de se desmoralizar, ora, não seria parte de um trabalho de acompanhamento pleno ao pacientes??? Jamais foi justo o 'outro' como imagem de salvação, tampouco como normatizador inflexível. E os perigos da 'transferência', esse sempre teve o caráter circunstancial de convívio, ou seja, sempre mais que simples técnica de aproximação - a céu aberto, muito provavelmente a aproximação se torne definitivamente cura.

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  12. Maria Luiza Ghirardi13 de novembro de 2015 07:34

    Muito instigante a fala de Jorge Bruce. E excelente iniciativa de discutir a extensão do campo de escuta e intervenções da Psicanálise para outros territórios que não apenas os de nossos consultórios. Discussão necessária, que deveria estar incluída, debatida e nomeada nos Institutos e nos currículos da formação de todo psicanalista na contemporaneidade. Pois implica e conecta o analista NA comunidade. Espero que possamos recuperar o contato perdido da Psicanálise com a cultura como lembra Jorge Bruce, "abrir as portas de nossos consultórios", nos deixando afetar pelo que nos propõem esses outros espaços e territórios.
    São Paulo, Brasil

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  13. Carla Penna, Rio de Janeiro16 de novembro de 2015 14:50

    Foi uma benção encontrar as palavras de Jorge Bruce que reproduzem o sentimento do que é para mim a psicanálise hoje. Antes de tornar-me psicanalista, fiz formação em psicoterapia analítica de grupo, atividade quase extinta na América Latina. Sem espaço no Brasil, mas ainda acreditando no trabalho com grupos e contexto social, filiei-me à Group-Analytic Society London que desenvolve trabalhos nessa interface. Lá encontrei psicanalistas de diversas partes do mundo realizando pesquisas chamadas aqui nesse espaço de psicanálise a céu aberto. Nos últimos anos, através do projeto de pesquisa sobre o inconsciente social, liderado pelo psicanalista britânico Earl Hopper, temos realizado intervenções psicossociais na República Sérvia, Kosovo e Bósnia criando 'espaços reflexivos continentes' ( Hinshelwood) para a elaboração de traumas coletivos, com cidadãos da antiga Iugoslávia. Nossa metodologia para o trabalho intitulado Reflective Citizens (que já completou 10 anos de existência), foi desenvolvida dentro de aportes da psicanálise, grupanálise e da group relations da Tavistock. Infelizmente em nosso grupo de trabalho só existem três Latino Americanos - Juan Tubert-Oklander, Reyna de Tubert, (IPA Argentina/Mexico) e eu.Tivemos a possibilidade de levar para o projeto o trabalho pioneiro realizado com cidadãos por Pichon- Rivière e José Bleger na experiência Rosário em 1958. Seria muito importante poder discutir com colegas latino americanos sobre a experiência teórico-clínica adquirida em intervenções que sob a a marca do psicossocial realizam uma psicanálise comprometida com a elaboração de traumas coletivos em sociedades traumatizadas. Obrigada pela criação desse espaço, pela iniciativa e por uma psicanálise no mundo... email:drcarlapenna@gmail.com

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  14. Para empezar, quisiera rescatar la importancia que tiene propiciar espacios de reflexión sobre la labor psicoanalítica desde los mismos analistas. Es importante revisar el trabajo que debe realizar un psicoanalista, su función en el mundo y las exigencias de los nuevos tiempos, a fin de renovar de manera adecuada el oficio para garantizar un buen desarrollo y evolución del psicoanálisis.
    Ahora bien, frente a los temas trabajados en Psicoanálisis a Cielo Abierto, quisiera destacar varias cosas en torno a lo mencionado por los analistas entrevistados. Primero, me parece muy bien planteada la discusión desde Jorge Bruce, pues es importante pensar en la correspondencia que tiene la intimidad, lo individual y lo social dentro del psicoanálisis y en general de la psicología, es importante no pensar en una separación de estos elementos como si la subjetividad del analista y su ser personal desapareciera en los momentos de trabajo en terapia, la condición de sujeto del psicoanalista permite que exista una correspondencia entre él y su paciente; así como en la psicología debe reconocerse la correspondencia entre lo individual y lo social en un sujeto, en un paciente, pues estas dos condiciones de individual y social son las que permiten identificar las necesidades de cada sujeto como paciente, no puede entenderse a un sujeto social sin su subjetividad ni la individualidad de un sujeto sin conocer su vida social. Esto, en relación con lo mencionado por Marceo Viñar es referido a la intima relación que existe entre lo público y lo privado y la operación que el analista debe hacer sobre estas esferas, que requieren una salida del consultorio y del encuadre y una exploración mucho más abierta a la cultura. Bien diría Alberto Cabral que el nuevo desafío del psicoanalista se encuentra en el renovar la interlocución hacia la cultura y frente a esto es importante tener en cuenta que dicha cultura esta desarrollada bajo un territorio que hace diferente la operación psicoanalítica pues cada cultura difiere de costumbres, ideologías, etc y debe analizarse desde sí misma por eso Luisa Alvarez reconoce que no es lo mismo hacer psicoanálisis en un territorio que en otro. Paola Andrea Quintero

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  15. Estoy de acuerdo con la visión abierta que presenta George Bruce en la entrevista acerca del psicoanálisis ya que pienso que como muchos otros aspectos de la vida que han sido modificados por la vertiente cultural posmoderna, el psicoanálisis también debe acoplarse a la sociedad contemporánea en la que vivimos. Pienso que es necesario hacer una transformación en aquella dinámica llamada encuadre. Los psicoanalistas de hoy en día deben a portar a la metrópoli, deben untarse con la gente y el mundo como lo hizo Freud en su momento. Desde mi perspectiva al estudiar comunicación social y hacer doble carrera con psicología he tenido la oportunidad de conocer y analizar como la psicología y en especial el psicoanálisis aportan casi de manera absoluta, a la construcción de los esquemas en los cuales se basan las producciones de consumo cultural, cine, música, literatura, y demás. Y del mismo modo en las estrategias publicitarias, tv, redes sociales, prensa, en fin.
    Por esta razón el psicoanalista no solo debe centrarse en su práctica clínica, separándose así de los aspectos mundanos, porque realmente es algo imposible. Ya que la relación entre hombre y sociedad está inmersa y es recíproca. No existe lo uno sin lo otro. Entonces entre más activa sea aquella relación entre los psicoanalistas y la sociedad se podrá llegar a hacer grandes proyectos con relación a la cultura y a la sociedad. Para mí el psicoanálisis es un elemento fundamental que se puede aplicar a cualquier aspecto de la vida sea fenómeno social, cultural o personal. Entonces hay que evolucionar y desarrollar más esta “visión abierta” en los nuevos psicoanalistas que se están formando, para así hacer cada más un sector de la sociedad el cual pienso, es indispensable. Y no solo para el aspecto social y cultural sino también el sistema económico el cual rige nuestras vidas de manera consiente o inconsciente.
    Desde una perspectiva latinoamericana y en especial colombiana, el psicoanálisis podría influenciar de manera potencial la situación de guerra que estamos viviendo, no digo que instantáneamente peor si se puede generar un proceso de culturización, paulatinamente. Al ser Colombia un país el cual esta influenciado totalmente por el narcotráfico, no solo en regiones como el pacifico como lo menciona L. Fernando Orduz en su aporte, sino en todas las ciudades, pueblos, y demás del territorio colombiano. Unas regiones más que otras, esto depende de contacto y que el sector allá tenido con el narcotráfico. Regiones como Cali y Medellín, que solo basta con ser un simple turista para darse cuenta como estas áreas han sido afectadas por el narcotráfico. Desde su forma de vestir hasta su manera de pensar y sus gustos. Yo y mi familia siendo de Bogotá D.C, hemos sido amenazados en dos ocasiones por grupos armados (guerrillas) en los cuales están directamente ligados con el narcotráfico. Hemos perdido propiedades y nos han matado trabajadores en fincas, ha sido una situación que ha mejorado pero ha sido aterradora. Esto es un ejemplo de como la situación nos afecta a todos los colombianos, a unos más directamente que ha otros. Pero aun así podemos cambiar aquella violencia he intolerancia que se percibe a simple vista en Bogotá, (causada por esta situación) creando sistemas, esquemas y estrategias desde el psicoanálisis para la producciones culturales y de esta forma y cambiando un poco nuestro rumbo. entonces debemos tener en cuenta el contexto para trabajar el psicoanálisis en distintas sociedades, ser minucioso para ser exitoso! . bye

    Alejandra Navas Acevedo
    estudiante de Psicológica y Comunicación social en la Pontificia Universidad Javeriana

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  16. La entrevista de George Bruce brinda una perspectiva muy interesante ya que permite apreciar el psicoanálisis de una forma integral y más abierta que la mirada tradicional. Personalmente rescato el interés que tiene el autor por re-estructurar las bases del psicoanálisis y re-pensarlo de una forma distinta, por ejemplo, desde el encuadre el cual propone que sea más permeable a la vida del paciente y su contexto, de tal forma que la brecha que hay entre paciente-terapeuta se disminuya.
    Por otra parte, es menester rescatar la propuesta de Bruce, G. cuando habla de que el psicoanálisis debería ser más participativo en las cuestiones públicas, ya que rescatando las posturas freudianas todo es social, no se puede tener marginado al individuo como ser individual y aislado, sino que por el contrario se tiene que ver al sujeto como producto de patrones culturales establecidos.

    Laura Posada.

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  17. Me pareció interesante el abordaje que da Gorge Bruce, acerca del psicoanálisis ya que le da una perspectiva más amplia a esta corriente al tener en cuenta más factores a la hora de ver a un paciente debido a que si existen varios psicoanalistas que ignoran por completo lo que sucede afuera del consultorio. Hay que tener en cuenta que el ser humano es complejo en todo sentido, también que hay varias cosas que lo determinan, tanto internas como externas, por lo tanto el ambiente donde viven, la cultura en la que estén, va a influenciar en la forma como actúan y en lo que creen porque además eso muestra diferencias en las formas de ser.

    Por eso se, puede decir que es necesario el encuadre, el orden y la neutralidad, porque contribuyen a un buen desarrollo de la terapia para que haya objetividad. Sin embargo, no debe darse en extremo ya que la cultura si influye en las actitudes de las personas, entonces omitir eso es como negar un aspecto de la persona. De la misma manera, los diferentes contextos en donde crece un ser humano determinan muchas cosas de su forma de pensar. Por otro lado, las cosas que suceden dentro de estos escenarios muestra un aspecto en común (forma de pensar, actuar y malestares) de todas las personas que habitan en el, por eso el terapeuta debe tenerlo en cuenta, ya que le permitirá una visión más completa y otras aplicaciones de su disciplina. Por lo tanto, es necesario buscar un equilibrio entre lo individual y lo social ya que para el psicoanálisis ambas cosas son importantes en el desarrollo de un individuo.

    Natalia Uribe Pinzón
    Estudiante Psicología- Pontificia Universidad Javeriana

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  18. Considero muy importantes los planteamientos de los videos bajo los argumentos de acoplar el psicoanálisis a las diferentes culturas. Me pareció fundamental en este sentido los planteamientos de Marcelo Viñar al argumentar que suele ser un error en el que cae el psicoanálisis de encerrarse en el consultorio. Siguiendo este argumento los demás planteamientos argumentan muy acertadamente que el psicoanálisis no puede estar por fuera de las culturas en las que está inmersa, ya que de ahí se deriva la comprensión y el trabajo que se puede generar con el paciente. No obstante considero que las herramientas con las que trabaja el psicoanálisis y su comprensión ha ido evolucionando y la base teórica bajo la que trabaja ya da herramientas para poder aportar a esas culturas extrañas a las que se somete. Las comprensiones que puede dar el psicoanálisis en la entrada a una cultura puede dar bases sobre las cuales trabajar, pues su modelo ha recogido evidencia teórica bajo la cual argumentar y desarrollar un conocimiento preliminar acerca de una nueva cultura. Todo esto no implica que el psicoanálisis como modelo tenga el trabajo de inmersión y conocimiento de la cultura hecho y completado, lo que estoy buscando argumentar persigue un orden de se debe mirar la evidencia teórica bajo la que ya trabaja el psicoanálisis qué puede aportar acerca de la cultura de la que lo estoy empapando para trabajar en ello como base y corregir, ajustar, complementar o enriquecer teóricamente a la disciplina desde un estudio de la cultura y como ésta también puede afectar a la disciplina para generar nuevas fuentes de conocimiento y aporte a la teoría.

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  19. São Paulo, Brasil. Em primeiro lugar gostaria de parabenizá-los pelas iniciativa e pela qualidade do fórum. Muito enriquecedor poder escutar e perceber uma amostra de como a Psicanálise vive e é representada em outros países próximos. Em mim ficou a sensação e a necessidade de enxergarmos como a Psicanálise é parte de um todo e não pode, por motivo algum, penso eu, sentir-se especial, diferente e segregada. O analista pode sim ter um trabalho solitário, mas, assim como nós, vários outros profissionais de outras áreas também podem e vivem essa realidade. Somos parte de uma cultura e acredito que saber disso nos aproxima dos pacientes e do nosso trabalho. O mundo externo é parte fundamental para a constituição de um mundo interno, os dois mundos interagem entre si e não existem independentes um do outro. Fico com esses pensamentos após assistir as entrevista e os comentários. Abraços!

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  20. Acho muito oportuna a proposta de discussão. Principalmente, pelo momento social, político e econômico que estamos vivendo na américa latina, e no meu caso, no Brasil.
    As colocações de Jorge Bruce são instigantes, quase perigosas, no sentido de que propõem um desafio. As capacidades analíticas intelectuais, nós temos. A vontade de se expor, talvez não.
    A idéia de assepsia do consultório que protege o analista, para mim, faz muito sentido. Também acredito, até o momento, que o trabalho dentro do consultório só é possível desta forma. Fazer análise sugere a necessidade de um setting analítico que proporciona as condições para que o trabalho se desenvolva.
    Neste sentido, de onde eu vejo, a questão não é abrir as portas dos consultórios, mas sim, os analistas saírem de seus consultórios.
    Penso ainda, que o momento não poderia ser mais oportuno. No Brasil temos uma tragédia ambiental e humana acontecendo ao mesmo tempo que este debate. Mariana, em Minas Gerais, esta soterrada na lama, assim como seus habitantes que sequer a água tem acesso. No estado de São Paulo, no momento em que escrevo, mais de 40 escolas estão sendo invadidas por alunos e professores, que protestam contra a proposta do governador de fecha-las. O quê achamos disso?
    Me parece que Jorge Bruce nos trouxe a idéia de um empobrecimento da experiência analítica como consequência de um isolamento no consultório, e lança a pergunta sobre como enriquecer esta experiência? A pergunta parece ser, como contribuir para o social e em consequência, para a clínica? Não sei a resposta, mas arrisco que talvez seja, frequentando o social. Podemos começar, pisando na lama. São Paulo, Brasil.

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  21. Buenos Aires - Argentina

    Los felicito por la iniciativa, por el formato y por la calidad de las exposiciones. Acuerdo totalmente con Jorge Bruce en un psicoanálisis que abra las puertas de los consultorios, un encuadre poroso en vez de obsesivo con la realidad en que vivimos, un psicoanálisis que lejos de pretenderse aséptico “para protegernos” de la realidad exterior( todavía hoy escuchamos algunos colegas con apelaciones a la asepsia de un quirófano y el riesgo de infecciones en relación psicoanálisis) y tal como cita Alberto Cabral, se desarrolle como una “peste” en el seno de la comunidad y la cultura en que vivimos en plena interacción con ellas aún en su rol de resistencia cultural. Cuestiono con Marcelo el encierro en aras del oro puro, de la pureza del conflicto intrapsíquico. Me parece útil su planteo trabajarlo en la interfase con lo público, lo social , respetando la incertidumbre, la incognoscibilidad, la complejidad para no ser obispos de la iglesia freudiana sino exploradores de tierras ignotas. Jorge Bruce rescata a Freud en que toda psicología individual es social.
    Pienso que tenemos un compromiso en hacer saber nuestras opiniones en los debates culturales y no solo ser objetos pasivos de estos últimos. Coincido en el desafío de ser resueltamente contemporáneos.
    La neutralidad a ultranzas es hoy cuestionada incluso en la técnica analítica.

    Me gusta la idea de Leo Nosek de usar el modelo de la música contemporánea más que la tradicional " forma sonata “. Coincido con el en los riesgos de simplificación de la complejidad y de encerrarse en la suficiencia positivista.
    También el concepto de “territorio” que trae Luisa Alvarez de la geosemántica social en relación a las interacciones entre sujeto y territorio. Coincido en que es distinto ser analista en Buenos Aires, Mendoza, Nueva York o Tel Aviv. Las implicancias y los efectos de los “mundos superpuestos” de analista y paciente fueron muy bien descriptos por Janine Puget y Leonardo Wender.
    También de Luisa rescato la importancia de las marcas en el cuerpo del discurso cultural.

    Propongo incluir estas perspectivas en la formación de nuevas generaciones de analistas estimulando el interés por estas temáticas y acciones.

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  22. Estoy de acuerdo con los planeamientos de los videos acerca de que el psicoanálisis debe mantener un contacto con la cultura en la que se desarrolla. Es indispensable hoy en día como lo planteaba Marcelo Viñar, que se derrumbe la frontera que hay entre el consultorio y el mundo de afuera ya que en la actualidad, lo público y lo privado están divididos por una línea muy delgada y donde hay un amplio efecto del uno sobre el otro. De igual manera, estoy de acuerdo con que es necesario renovar la disciplina, de tal forma que esta se sitúe en el contexto en el que se encuentra, entendiendo de raíz, que tanto el analista como el paciente son sujetos que han sido marcados por este entorno social en el que se encuentran , como también lo planteaba Luisa Elena Álvarez. Es importante entonces que el psicoanalista no se limite únicamente a encerrarse en el consultorio, si no que por lo contrario entienda que son las circunstancias externas e internas las que afectan tanto a su paciente como a él mismo. Como última observación, si se lograra abandonar esta posición aislada que muchos analistas han tomado, la disciplina psicoanalítica avanzaría y se expandiría a nuevos territorios donde, como decía Marcelo Viñar, están las incertidumbres las cuales ya le han ganado a las certezas que se creían tener antes sobre la psique humana.
    Manuela Alonso Carvajal
    Estudiante de Psicología de la Pontificia Universidad Javeriana- Bogotá, Colombia.

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  23. Así como el mundo esta en constante cambio, nosotros como sujetos estamos en constante cambio y en una constante adaptación al medio en el que nos encontremos. Es por que esto que considero que el psicoanálisis como bien lo habla Jorge Bruce en su entrevista, no debe dejar de lado su potencial de intervención en la cultura y en la sociedad en la que se encuentre, y mucho menos dejar de lado la gran influencia que tienen la cultura en el desarrollo de la psiqué del sujeto. Gran parte de nuestras costumbres, creencias y pensamientos están guiados y enmarcados en una cultura desarrollada desde una comunidad, es decir, desde mi punto de vista, considero que somos lo que somos, en parte, gracias al contexto en el que nos desenvolvemos; por lo que se hace necesario que el psicoanálisis aborde estos aspectos de la cultura en el sujeto para así poder lograr un mayor entendimiento y un mayor encuadre terapeuta-paciente.
    Por otro lado, considero que el psicoanálisis como terapia de intervención en una sociedad o comunidad tiene mucho potencial, potencial que como bien lo dice Bruce se ha quedado limitado en un consultorio y a un solo paciente a la vez. Considero que desde el psicoanálisis se pueden lograr procesos de intervención grupal de un carácter sumamente interesante, los cuales permitirían comprender ciertas costumbres o creencias grupales facilitando la convivencia y la vida en comunidad.

    Catalina Garzón
    Estudiante de Psicología y Comunicación Social - Pontificia Universidad Javeriana

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  24. Excelente Iniciativa de Comunidad y Cultura!
    Me parece muy estimulante la entrevista a Jorge Bruce; creo que el psicoanálisis debe pronunciarse de manera más contundente en el debate público acerca de los problemas que conciernen a los contextos locales en los que se desarrolla nuestra práctica. El lugar del consultorio no puede convertirse en una especie de refugio desde el que vamos a observar -de manera pasiva-, cómo ocurren muchos de los acontecimientos históricos que en este momento están teniendo lugar en nuestros territorios. Además de observar, recordemos que también el psicoanálisis privilegia la escucha "activa"; no para guardar un silencio impenetrable, sino para pensar y entonces nombrar los actos y las cosas.
    Ahora, quiero dejar aquí algunas preguntas: ¿Cómo logramos que nuestros futuros analistas entiendan la importancia de participar "pensando" y "hablando" un psicoanálisis que se teje con su cultura? ¿Cómo apasionamos a las siguientes generaciones con este tipo de proyectos? ¿Cómo trabajamos la importancia de diálogar con los otros de la cultura? Creo que deberíamos comenzar a crear y mantener de manera permanente espacios como este, que no solo se dibujan como un "acontecimiento" que existe tan solo por unos instantes; deberíamos crear lugares de conversación y diálogo que tengan la pretensión de existir lo más atemporalmente posible.
    Bogotá, Colombia.

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  25. Es muy interesante ver como los planteamientos de los diferentes videos hacen evidente la necesidad para el analista de reconocer que él y el analizando están dentro de un territorio con las particularidades que esto tiene a nivel político, económico, cultural, etc., y como esto transforma la intervención psicoanalítica, tal y como lo dice en su intervención Marcelo Viñar cuando se refiere a ver como el conflicto interno entra en contraste con los conflictos sociales, pues en la configuración social en la que nos encontramos actualmente lo privado y lo publico es cada vez más difuso. Asimismo es importante ver como lo señala Alberto César Cabral el rol de interlocutor que se tiene desde el psicoanálisis en los debates de los malestares actuales, y como este puede ofrecer compresiones e intervenciones particulares que pueden llegar a contribuir significativamente junto con otras disciplinas en la transformación social. En pocas palabras es interesante ver como la invitación que se hace en la actualidad para el psicoanálisis es la de salir del consultorio y responder a los llamados particulares que le hace el territorio en el que se ubica.
    Jhoan Sebastián Aponte González – Estudiante de psicología Pontificia Universidad Javeriana

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  26. Me pareció bastante interesante esta iniciativa, pues, desde mi punto de vista y teniendo en cuenta las consideraciones de Jorge Bruce, pensar en psicoanálisis y comunidad implica pensarse los procesos y dinámicas de relación de un ser humano dinámico en un mundo también dinámico que, en el caso particular de Latinoamericano, requiere intervenciones que vayan más allá del consultorio y de lo individual para pensarse, entenderse y explicarse desde lo cultural, lo simbólico, desde los lenguajes y las señas y, de una u otra forma reivindicar, por medio del psicoanálisis, el papel que la cultura y el sentido de lo colectivo tienen frente al ser humano, así como este, a su vez, construye cultura con otros.

    Gloria Angulo Tapia
    Estudiante de Psicología y Comunicación Social
    Pontificia Universidad Javeriana. Bogotá, Colombia

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  27. me parece muy interesante la postura que plateantea G. Bruce, puesto que en la psicología el ser humano es considerado un ser social, es decir, que se construye en sociedad también, su contexto le aporta para construirse como un ser humano integral. Por esto, es importante que el psicoanálisis como forma de intervención tiene que acceder a este contexto y no dejarlo de lado, desde un principio el mismo Freud lo hizo y se ha ido perdiendo, se debe introducir en lo que acontece en la época para responder desde este misma mirada al ser humano que allí se forma. Estoy muy de acuerdo con Bruce en cuanto a que se debe replantear la forma de acceder del psicoanálisis, empezando por el encuadre.
    En mi opinión, a partir de esta resctructuracion del psicoanálisis en donde se involucra en su contexto social, cultural, político y económico, se podrá entender al ser humano no solo en el ámbito clínico como parecía estar "casado" el psicoanálisis, sino que tendrá una participación mayor en temas como el que plantea Luis Fernando Orduz en su participación. El psicoanálisis podrá participar en la intervención social, aportando cómo se configuran los seres humanos a partir de elementos que pueden no ser tan evidentes.

    Daniela Nieto Rodríguez.
    Psicología, Pontificia Universidad Javeriana, Bogotá, Colombia.

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  29. Cuestiones como lo público y lo privado, las certezas y las incertidumbres, lo sólido y lo líquido, aquel fenómeno denominado modernidad, o como otros llaman pos-modernidad, corresponde precisamente a la ruptura epistemológica de un pasado de tradiciones, de linajes y configuraciones estáticas y típicas de un individuo, pero bien, aquella época del pensamiento dicotómico se ha disuelto y para bien, desde mi postura, y en resonancia con el comentario de Marcelo Viñar, debemos desde la labor y la mirada psicoanalítica las condiciones y lógicas donde tal o cual condición de subjetividad y vida psíquica se están dando, habiendo dicho esto, es importante reconocer el cambio cultural, aquella vida líquida y sin certezas que comenta Bauman, es ante ello donde corresponde un dinamismo sin caer en el eclecticismo y comprender desde aquella condición de nuestra época el cómo y el porqué; como dijo Viñar citando Feud, "ser exploradores de tierras sin nombres", allá donde lo innombrable posee un dominio, tener en cuenta las condiciones en las que el individuo hace arte su existencia, una mirada romántica es necesaria en tiempos de frialdad y producciones subjetivas globalizadas y moldeadas, rompiendo el pensamiento dicotómico y así buscando nuevas formas de lenguaje, nuevas formas discursivas que planteen nuevas lógicas que busquen ilustrarnos la forma en como operamos en nuestra contemporaneidad. Como decía Nicolás Gómez Dávila, "El moderno es prisionero que se cree libre porque se abstiene de palpar los muros del calabozo". Siendo partidario de la postura de Alberto Cabral, el psicoanálisis deberá entonces ser herramienta para poder ver lo que hay más allá de nuestros ojos, poderes y formas de producción, preguntarnos nuevamente por el ser ontológico y sus condiciones de existencia, volvernos a preguntar cuestiones como ¿Qué es el hombre en un contexto contemporaneo?

    David Esteban Correa Vergara
    Estudiante de Filosofía y Psicología
    PUJ. Bogotá- Colombia

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  30. El termino psicoanálisis en la cultura contemporánea es un término que en mi opinión aún está siendo sesgado y pasa inadvertido en la vida cotidiana, casi siempre se escucha hablar de la remisión a psicólogos clínicos, educativos y demás, pero muy pocas veces se tiene presente la psicología psicoanalítica o el método psicoanalítico. Esto es observable dentro de las instituciones de salud, donde claramente no hay un segmento de práctica psicoanalítica sino que esta hace parte de métodos alternativos. De acuerdo con lo que dijo Jorge Bruce en la entrevista, el método psicoanalítico no debe encerrarse en un pequeño círculo donde solo los que quieren llegar pueden hacerlo, tampoco debe encapsularse en el método de encuadre sino que tiene que empaparse de la cultura y del contexto, para que la segmentación que se está dando respecto a esta técnica, método o teoría se elimine y empiece a tener una nueva versión frente a la misma sociedad. Esto puede hacerse adentrándose a la opinión pública y a diferentes estudios sociales de investigación que permitan de algún modo el acercamiento de esta teoría psicológica con el contexto y sus problemáticas.

    Por otra parte, según lo que dice Bruce, si existe una existencia de dupla o relación entre el psicoanálisis y la comunidad que además siempre están en constante funcionamiento y cooperación, y entre más haya esta relación más será el enriquecimiento para ambas partes porque esta teoría no existiría sin la cultura y la cultura también tiene bases fundamentales en esta teoría. Teniendo en cuenta esto, el psicoanalista tiene un puesto importante dentro de la sociedad misma porque como lo dijo Freud (1930) en “El malestar de la cultura”, una comunicación intima entre el yo y el contexto fortalecen y nutren tanto lo social como lo íntimo, es decir, tanto lo general como lo global.

    Por otro lado, el método psicoanalítico debería hacer parte de la polis no de forma superficial sino de forma estructural y con un trasfondo importante para la sociedad de hoy en día, por ejemplo en Colombia serviría de manera relevante tener estudios psicoanalíticos entre los temas de económicos, sociales y políticos, los cuales ayuden a profundizar qué es Colombia, a donde quiere llegar y qué quiere ser en un futuro. Todo esto mirándolo desde una perspectiva pasado-futuro con las cuales se puedan llegar a conclusiones subjetivas sobre por qué y las razones de cómo actúa así en el país y cómo se pueden solucionar sus diferentes problemáticas. La perspectiva psicoanalítica puede estar en beneficio de la sociedad y no quedarse en el modo neutro en el cual está ahora, para solucionar o dar fundamentos claves para un mejor funcionamiento social y cultural. 

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  31. Pienso que el psicoanálisis tiene la oportunidad de trabajar en el contexto latinoamericano de forma significativa, pues su intervención da la posibilidad de indagar sobre la misma disciplina respecto de una variable, que a mi modo de ver es fundamental, la identidad de cada sujeto en la comunidad; pues a partir de ella se pueden desarrollar nuevas perspectivas críticas que permitan enriquecer la teoría desde un contexto de sufrimiento e injusticia, es decir que el psicoanálisis está llamado a intervenir en trabajo de alternativas que propongan espacios de reflexión desde la condición del sujeto y su relación con la sociedad.
    A partir de las entrevistas, concluyo que el psicoanálisis puede brindar un abordaje que permite resignificar esa relación sujeto-sociedad-cultura, para identificar las necesidades del individuo de forma integral. Pienso que darle un significado, si se puede decir "más profundo" a la transformación de la disciplina permitiría expandir la "voz" del psicoanálisis que de pie a reevaluar la comprensión del ser humano desde lo simbólico y el sentido colectivo.

    Paola Andrea Perilla Gamboa
    Estudiante de Psicología - Pontificia Universidad Javeriana

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  32. La entrevista de Jorge Bruce nos permite entender un problema que es poco mencionado por la sociedad psicoanalítica y en especifico como el lo dice, las asociaciones que se encuentran en latinoamericano. El problema se basa en el progresivo aislamiento del psicoanalista a la sociedad. En el cual esta ciencia se a quedado en el encuadre y usa a este como pretexto para mantenerse distanciado de la sociedad, y de esta manera olvidando activamente los demás elementos que componen a un individuo. Los cuales son: lo cultural, social, económico, racial y religioso entre otros. Es muy cierto que el psicoanálisis en latinoamerica es solo un receptor de los planteamientos generados por las ciudades productoras del psicoanálisis, pero el problema con esto se basa en que estos planteamientos pasan a ser una especie de trasplante en el cual no transformamos las ideas para adaptarlos a nuestro contexto, sino que por lo contrario pretendemos que con dichos planteamientos trabajemos con el individuo que pertenece a un contexto social totalmente distinto a la de una persona en una polis Europea.
    En mi opinión, permito plantear que el psicoanálisis no solo debe entender al individuo como lo establecieron en las polis Europeas o Norteamericanas, sino que cada psicoanalista debe trabajar comprendiendo que los pacientes de su sociedad son pacientes de diferentes contextos en lo cual se basa en una misma especie pero el genero se difiere, así sea por su cultura, estado social e ingreso económico. Lo que debemos es aprovechar esa gran riqueza que nos dan nuestros contextos para realizar un encuadre distinto, un encuadre que tenga un fuerte vinculo con la cultura y con la sociedad en general. De esta manera permitiendo cambiar ese encuadre aséptico en el cual se idealiza el consultorio, negando la exploración de otros horizontes que nos ayudarían a trabajar con los nuevos pacientes de la sociedad. Para terminar debo establecer que la critica realizada por el entrevistado, es solo un reflejo de una ciencia en nuestra sociedad, ya que existen otras disciplinas que se olvidan de que el factor social y cultural hacen parte de un todo, un todo en el cual cada individuo es un producto del contexto y ese contexto debe ser tenido en cuenta para que cada ciencia logre sus objetivos.

    Daniel Campos Ballen
    Pontificia Universidad Javeriana
    Estudiante de Derecho y Psicología.

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  33. Considero importante lo planteado por G. Bruce, respecto a que el psicoanálisis debe entender al humano también como un ser social y no solo centrarse en el aspecto del interior; para ello me parece importante lo mencionado por M. Viña. al mencionar que el psicoanálisis debe reestructurarse, pues sus bases fueron dadas en una sociedad en la cual la vida pública y la privada se encontraban delimitadas, cosa que en la actualidad a cambiado, dado que se ha producido un mayor acercamiento entre estas, observando que la noción de lo prohibido y la desnudez ya no generan un conflicto como el que se daba anteriormente. A partir de esa reestructuración, se puede dar un acercamiento del psicoanalista a la sociedad, de manera que se establezca un papel más activo de este con la sociedad.

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  34. Margarita Córdoba, Bogotá, PUJ.
    Aunque el psicoanálisis no es mi teoría favor para trabajar en psicología. Me parece muy interesante y estoy totalmente de acuerdo con lo que plantea Alberto Cesar Cabral, Luisa Elena Álvarez y Marcelo Viñar, ya que posiblemente al trabajar en nuestras carreras no se toma en cuenta que uno trabaja con un ser que es un mundo de subjetividades y que uno también lo es, y que esas subjetividades nunca serán las mismas a las de otras épocas y territorios , y no tomar en cuenta esto es un error gravísimo. También estoy de acuerdo con la postura de Marcelo Viñar acerca de la Toxicomanía del encierro, muchas veces sin pensar solo interactuamos con la disciplina y teoría con la que trabajamos, y esto no nos permite ver como el funciona el mundo en su totalidad , no se toma lo heterogéneo que es el mundo. Así que una persona como psicoanalista también debe hacer parte de ese mundo, no verse como un ente externo, al ser parte de una sociedad se tendrá mejor entendimiento de lo que provoca el malestar en nuestro contexto y como podemos trabajar con ello para hacer una elaboración adecuada de lo que ocurre en nuestra época. Siempre hay que tener en cuenta que el ser humano es social y se entiende a partir de sus relaciones, si no se toma en cuenta esto, todo trabajo será en inútil

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  35. Estoy de acuerdo con lo que dice Marcelo Viñar: si no se abren las fronteras del consultorio del

    psicoanálisis, los psicoanalistas no serán más que “obispos de la iglesia Freudiana”. En un país

    como Colombia donde el psicoanálisis puede ser de tanta ayuda a nivel comunitario y social, es

    importantísimo que el psicoanalista abra las puertas de su consultorio a los diferentes contextos

    sociopolíticos y a las situaciones particulares de nuestro pueblo especialmente ahora que la paz es

    una posibilidad. Somos un pueblo con 50 años, mínimo, de estructuras mentales producto de la

    situación de guerra y así hemos desarrollado odios patológicos, deseos de venganza, paranoia y

    desconfianza en el otro. Todo ello son enfermedades mentales producto de un contexto y no de

    una biografía individual y particular descontextualizada. Igualmente creo en la necesidad de ver

    los problemas que afrontamos hoy dentro de una “multi-causalidad” y para ello es imprescindible

    permear la cultura, no sólo la propia de cada región sino también la que nos llega “importada” a

    través de los elementos mediáticos. Bien lo dicen Jorge Bruce y Elena Alvarez: el psicoanalista

    ocupa un lugar dentro de la sociedad; él también es parte de una polis mediada por elementos

    socio-políticos; un ser social como todos sus pacientes y no puede ejercer al margen de ello. De

    acuerdo, un psicoanálisis alejado de la sociedad –dice Bruce- es un psicoanálisis empobrecido. En

    fin, nada de lo social le es ajeno a la enfermedad mental.

    Esteban Jacobsohn
    Pontifica Javeriana
    Estudante de Nutrición y Psicología

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  36. Es crucial e inprescindible tener en cuenta a la hora de abordar tematicas tanto teoricas como practicas en torno al deber psicologico tener en cuenta la cultura y la nocion de comunidad, la interaccion es parte de la naturaleza humana y como fundamentadora de procesos adaptativos y cognitivos (como el aprendizaje por ejemplo) no podriamos vivir sin ella, esto quiere decir que hay una retroalimentacion constante entre el individuo y su contexto, las esferas de lo publico y lo privado se funden a la hora de abordar la realidad, no es posible limitar la práctica psicoanalítica a las paredes del consultorio y convertirlo en un refugio simplemente porque somos seres contextuales, desde ir por un cafe en la esquina de tu casa, hasta sumergirse en cuestiones politicas que involucren a las multitudes son ejercicios de interaccion que nos convierten en parte de una sociedad y una cultura especifica, como dice Burne sino fuera inherente a la naturaleza humana Freud mismo no se hubiera interesado en profundizar en tematicas como el malestar en la cultura, pretender separar al individuo de su contexto es como querer dividir el habla del pensamiento o ignorar que se han planteado cuestiones como la tranferencia y contra-transferencia y despojarlas de fundamento. Aunque esta cuestion es de gran importancia no unicamente por el hecho de la integralidad humana sino porque de igual manera es necesario que exista una disciplia psicoanalítica que se ajuste a nuestro contexto y aborde temáticas que son particulares del contexto latinoamericano, para así hacer una mejor práctica clinica que pueda tomar al individuo desde lo que es y la realidad que vive.
    Me sorprende un poco que nos demoraramos en tener presentes debates de este estilo aunque me alegra en gran medida que se den este tipo de dinamicas que abran puertas para fomentar la discusión y contribuir a enriquecer el psicoanálisis en latinoamerica.

    Maria Paula Zuleta
    Estudiante de psicologia Pontificia Universidad Javeriana

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  37. El psicoanálisis de hoy y siempre ha sido y debe ser mucho más que una técnica, que un encuadre.
    La técnica y el encuadre psicoanalítico deben estar al servicio del paciente, nunca al contrario ya que de hacerlo así estaríamos realizando un trabajo inútil que no “toca” al paciente, no lo moviliza desde dentro, desde su inconsciente y por tanto no podemos esperar ningún cambio o resultado positivo de nuestro trabajo.
    La postura abstinente, en atención flotante que ya Freud recomendaba, debe ser receptiva de la problemática que vive el paciente dentro de él mismo, en su psique a partir de su entorno, con sus objetos, y por supuesto desde su cultura y el acontecer de eventos que suceden en esta. Todas estas consideraciones deben ejercerse en pro del paciente, para poder tener una mejor comprensión de lo que le sucede más no a favor de la técnica que nos colocaría en una postura equivocada del quehacer del psicoanalista.
    Así pues la propuesta que hace Jorge Bruce de abrirse y salir del consultorio me remite a esta necesidad de ver y saber, conocer el mundo, lo que nos capacita para poder tener un referente más amplio y así desempeñarnos mejor en esta, nuestra profesión imposible!!!!
    Las patologías de hoy, ya no son las de antes y es que el sujeto de hoy tampoco es el de antes, ni su mundo es como era anteriormente. Esta interrelación del sujeto y la realidad siempre cambiante, ha dado como resultado la predominancia de las patologías por déficit (adicciones, t. alimenticos, etc.), ya no tanto aquellas psiconeurosis por conflicto descritas por Freud.
    La consideración de todo esto y nuestra posibilidad de salir, ver y participar del mundo nos permitirá realizar un trabajo que esté más acorde. Las falsas posturas abstinentes y distantes que pueden adoptarse como psicoanalista, sólo son reflejo de una gran resistencia y nos colocan en la ejercicio mecánico de interpretación que se vuelve artificial, falso y nada productivo ya que no contacta la verdadera problemática el paciente y por tanto no permite que este se encuentre a sí mismo y desde ahí se sitúe en su mundo de relaciones y en su entorno social de una manera más sana para él y los que lo rodean.
    Lourdes de Nova Dagnino
    Asociación Mexicana para la Práctica, Investigación y Enseñanza del Psicoanálisis, A.C. (AMPIEP)

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  38. Celebro este espacio de encuentro, propiciado por el equipo de Comunidad y Cultura. Buenísimo!!
    Por mi parte, creo que desde sus orígenes el psicoanálisis está implicado en la cultura, de la misma manera en la que la cultura está implicada en el psicoanálisis. Es decir, están inextricablemente unidas. El encierro en el consultorio, hace un recorte de nuestra praxis, centrándola únicamente sobre el eje clínico, cuando ese eje se inscribe en un contexto mucho más amplio que porta las distintas formas de subjetivación de acuerdo a la época, la geografía y las políticas que sustentan los cambios y diferencias a las que, si como analistas no respondemos, terminaríamos asfixiando nuestra práctica. Me parece además, que no debemos dejar de aportar, desde el psicoanálisis, una perspectiva que se sume a las muchas otras,( políticas, filosóficas, históricas, artísticas, sociales, etc.) que forman parte de la lógica, inevitablemente compleja que se requiere para comprender todos los acontecimientos. (Aludo a la complejidad citada por Viñar). Freud fue uno de los pensadores más influyentes del siglo XX y el psicoanálisis fue un aporte a la cultura, no solo a la clínica. Creo muy importante subrayar lo que dice el Dr. Bruce en relación a la responsabilidad de los Institutos de Formación, en el modo de estimular esta perspectiva o generar un encuadre que encierre el interés únicamente en el trabajo del consultorio, el cual, definitivamente si no está “abierto”, en los términos en los que señala Bruce, tiene el riesgo de quedar encerrado en la teoría, ajena al bullicio en el que se inserta la vida.

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  39. Oswaldo Ferreira Leite Netto18 de dezembro de 2015 11:16

    Este fórum que nosso grupo da DCC FEPAL criou está sendo uma oportunidade de entrarmos em contato com colegas de diferentes regiões de nossa América Latina, envolvidos com psicanálise, com sua prática e transmissão, fiéis a sua potência e poder emancipador. Que não pode se restringir a pequenos territórios, atingir sómente círculos privilegiados. Psicanálise é emancipação, autonomia, liberdade, capacidade de pensar, ampliar horizontes. Contatos pessoais, a demanda psicanalítica, pode ser encontrada extraterritorialmente. Como nosso colega de SP, da SBPSP, Eduardo S T Martins, penso que em relação a formação, é urgente que ela seja flexibilizada, que o acesso a pessoas, sobretudo jovens, interessados, mobilizados e sensibilizados em vários contextos, onde psicanalistas atuam, sejam nos trabalhos sociais que já realizamos, sejam em outros ambientes e territórios, possam ser recebidos.Modelos de formação tem que ser repensados, atualizados, revistos.E que venham candidatos de todas as partes, de todas as classes sociais, de outras disciplinas, não necessariamente da psiquiatria ou da psicologia. Há sempre forças contrárias à psicanálise que originalmente está na contracorrente. Portanto devemos nos inquietar com o futuro da psicanálise e não podemos nos acomodar em posições estáticas, repetindo patrões, imitando.Nos pondo a prova, diante de pessoas e grupos diferentes, a céu aberto.

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  40. En primer lugar quiero felicitar a los colegas de Comunidad y Cultura de Fepal por la iniciativa tan creativa de abrir este foro y esta forma de comunicación cuyo titulo ya nos abre a una polisemia metafórica muy actual. Un "Psicoanálisis a cielo abierto" implica una porosidad necesaria en los tiempos actuales, y a su vez la apertura "hacia el cielo", no es el del firmamento de los "sujetos elevados", sino de aquellos con los pies en la tierra, en la cultura que habitamos y que se hace cuerpo en el decir y en el actuar del paciente (lo que implica una ampliación de la escucha). Desde mucho tiempo atrás el Psicoanálisis que se creó como una disciplina titubeante que buscaba liberar a las pacientes de un dolor inenarrable, se pudo haber transformado en su contrario, al hacer de la teoría y de la formación un baluarte para evitar la incertidumbre, la incompletud y la co-creación. Entonces entre el Psicoanalista "elevado" viviendo en el cielo de la teoría (con el titulo de "Obispo" que mencionaba Marcelo Vinar) al de explorador de territorios ignotos hay una gran diferencia. Esto lo transmite muy bien Jorge en su comentario, buscando justamente cuestionar nuestras resistencias (que todos las tenemos) y sacudir nuestras certezas. Hace tiempo un poeta colombiano Dario Jaramillo Agudelo en su libro "Historias de una pasión", en el que narra cómo surgió en él la pasión por la poesía y por la escritura, escribió una frase muy sugerente: "la poesía es la eterna vigilia por una palabra que nos haga levitar"...Y acaso la función del analista no tiene algo en común con esto?. Una eterna vigilia para escuchar la otra escena que decía Mannoni y Marcelo, una escucha del inconciente, pero una escucha que nos saque de lugar, quizás levitar no como elevación hacia "el cielo de la sabiduría", sino que nos mueva de nuestro lugar de certeza ilusoria, que nos saque de un encuadre repetitivo que "nos clava" en un lugar de saber, y paraliza el cuerpo de la teoría. Creo que iniciativas como estas producen un movimiento necesario para que algunos "clavos caigan" al piso y en latinoamerica nos podamos mover mas libremente, tanto en la clínica como en la teoría...

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  41. Eduardo Gastelumendi, Lima19 de dezembro de 2015 07:31

    ¡Felicitaciones a la directiva de Comunidad y Cultura abrir canal de comunicación! Y a Jorge Bruce por sus lúcidos comentarios que han provocado toda esta "liberadora cadena" de ideas. Es un placer comenzar aquí este debate, enriquecido también por los breves videos de otros colegas, y saber que podremos continuarlo en Cartagena. El riesgo es el mismo siempre: acomodarse en lo que ya se conoce, y desde ahí percibir, pensar y hablar. El diálogo psicoanalítico que funciona es el dialéctico, que rompe la comodidad y vuelve a recuperarla de otra manera. Me parece que esta propuesta de Psicoanálisis a Cielo Abierto tiene el potencial de replicar eso mismo.
    Lima.

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  42. Rodrigo Lage Leite (IP/SBPSP)19 de dezembro de 2015 14:38

    Encerramos esta fase do Fórum a Céu Aberto num momento de ameaça de retrocesso nas políticas nacionais de saúde mental do Brasil. O papel do psicanalista na discussão pública acerca do sofrimento psíquico faz-se fundamental para que se evite um direcionamento simplista, centrado exclusivamente no referencial médico e ancorado num pragmatismo empobrecedor. Estar a céu aberto significa, no meu ponto de vista, colocar o referencial teórico e a experiência clínica extensa da psicanálise a serviço do debate público. Que possamos ocupar um lugar de potência e lucidez nesses espaços.

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  43. Considero estimulante a criação deste espaço para pensar e ouvir sobre a psicanálise sob uma perspectiva contemporânea. Muito do que foi dito ampliou nossos sentidos e transformou nossas percepções.
    Psicanálise a céu aberto sugere a psicanálise fora das paredes, ao ar livre. Propõe uma psicanálise livre das paredes que a protege dos riscos da relacionalidade e a defende da transformação do mundo através da imutabilidade de seus dogmas. A céu aberto, um psicanalista é uma pessoa vulnerável, não é neutro e não se abstém diante das incertezas de si mesmo e do outro, por mais bem "formado ou analisado" que seja.
    A céu aberto, ao ouvir a pergunta que Jorge Bruce repete ao final do vídeo: "- Onde estão os negros?". Precisamos admitir que a Instituição psicanalítica reproduz a desigualdade e a estratificação social em seu corpo societário.
    Este projeto oferece uma oportunidade para livremente refletirmos nossas questões, sem acusações ou busca de culpados, a céu aberto.
    Muito obrigada.

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  44. Marcelo Viñar em seu comentário diz sobre a necessidade de se questionar o que é considerado específico da psicanálise com o heterogêneo da experiência da vida. Como mencionou Jorge Bruce, quando nos vemos fechados numa técnica purificada e enquadradora ficamos restritos a puro processo secundário. Sabemos que camadas inconscientes só podem se revelar no acontecimento humano, na relação do homem com o mundo em que vive. Vários comentários desse fórum acentuaram essa posição.
    Penso que o tema CORPO, escolhido para o Congresso de Cartagena em 2016, nos ajuda a encarnar ainda mais o debate desse fórum. Na linha das ideias de Bruce, olhar e escutar as diferentes maneiras de pensar, de dançar, de utilizar o corpo e viver a sexualidade, observar os gestos de cada canto de nossa América Latina, nos aproxima dos diversos códigos entre o corpo e a palavra, criando condições para uma escuta radical da singularidade. A psicanálise pensa o corpo, atende o corpo, produz com o corpo. Luisa Elena Alvarez lembra das marcas que o cultural deixa no corpo. A nossa proposta Psicanálise a céu aberto inclui pensar os vários corpos de nossas culturas em toda sua delicadeza e complexidade.
    Magda Khouri - São Paulo- SP

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  45. Magda, Oswaldo, Eduardo e Rodrigo19 de dezembro de 2015 23:42

    Hoje encerramos esta etapa do fórum Psicanálise a céu aberto. Agradecemos muitíssimo a colaboração de todos os colegas que escreveram seus comentários. As ideias de vocês fizeram avançar o debate e esperamos continuar o diálogo de forma permanente sobre os diversos temas que tanto nos inquietam. Assistam aos novos vídeos dos comentários finais. Um abraço e até breve!
    Eduardo Martins, Rodrigo Lage, Oswaldo Ferreira Leite e Magda Khouri - São Paulo- SP

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